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Processos grupais

Mais informações sobre os espaços coletivos:

Educação menstrual

A educação menstrual é um trabalho essencial para a saúde pública e para a construção da subjetividade de cada indivíduo.

Ainda vivemos em uma cultura que silencia, estigmatiza e desinforma sobre a menstruação, tratando-a como algo vergonhoso ou impuro; o que impacta diretamente a autoestima, o autocuidado, a saúde física e emocional e o acesso à informação.

Romper com esse tabu é um passo fundamental para promover consciência corporal, autonomia e respeito aos ciclos naturais da vida.​
A menstruação é um sinal de saúde do corpo, um marcador biológico importante e um processo fisiológico que faz parte da experiência de milhões de pessoas ao longo da vida. Falar sobre de forma clara, científica, simbólica e acolhedora é uma forma de prevenção, cuidado e empoderamento.

Este é um serviço de educação menstrual inclusiva, voltado a todas as pessoas (menstruantes ou não), reconhecendo que o tema diz respeito à saúde pública, à educação e às relações sociais como um todo.

Para quem é a Educação Menstrual?
Crianças, adolescentes e jovens
Adultos e educadores
Famílias e cuidadores
Pessoas de todos os gêneros
Instituições, escolas e projetos sociais

Onde pode ser realizada?
Escolas (ensino fundamental, médio e superior)
Projetos educativos e sociais
Empresas e organizações
Grupos terapêuticos e rodas de conversa
Comunidades e coletivos

Objetivos do trabalho
Romper com mitos e tabus sobre o ciclo menstrual
Promover informação científica acessível
Estimular o respeito aos corpos e às diferenças
Desenvolver consciência sobre os ciclos físicos e emocionais
Fortalecer a autonomia e o autocuidado.

A educação menstrual é, acima de tudo, um caminho de alfabetização corporal e emocional, que contribui para uma relação mais saudável, consciente e respeitosa com o próprio corpo e com o corpo do outro — e, por consequência, com a vida.

Roda de mulheres

A Roda de Mulheres é um espaço terapêutico e educativo de encontro, partilha e fortalecimento emocional entre mulheres e pessoas que se reconhecem nos ciclos do feminino.

 

Mais do que um grupo, é um território simbólico de acolhimento, onde histórias podem ser contadas sem julgamento, silêncios são respeitados e experiências ganham sentido quando compartilhadas.

 

Através da escuta, do diálogo e de práticas reflexivas, a roda favorece:

  • o autoconhecimento e a ampliação da consciência emocional;

  • a elaboração de vivências relacionadas aos ciclos da vida, do corpo e das relações;

  • o fortalecimento da autoestima e da identidade;

  • a construção de vínculos seguros e do sentimento de pertencimento;

  • o cuidado com a saúde mental de forma coletiva e humanizada.

  • Os encontros são conduzidos por mim, Elouise Farias, psicóloga, com embasamento técnico na Psicologia e diálogo com a psicologia junguiana, respeitando sempre a singularidade de cada participante e os atravessamentos sociais, culturais e emocionais que compõem cada trajetória.

  • A roda não exige que você “saiba o que dizer”. Basta chegar como está.
    Aqui, cada voz importa, e cada história encontra lugar.

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